Folha de São Paulo – Empreendedor Social – Ex-república alternativa, Morada da Floresta vira usina de permacultura

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Matéria Ex-república alternativa, Morada da Floresta vira usina de permacultura da Folha de São Paulo para o Prêmio Empreendedor Social 2016.
SAO PAULO, SP - 29 AGOSTO: Claudio Vinícius Spínola, empreendedor social e diretor da Morada da Floresta, posa para foto com sua esposa e socia Ana Paula Silva e seus filhos, no Butanta, em Sao Paulo, em 29 de agosto de 2016. (Foto: Na Lata)******PREMIO EMPREENDEDOR SOCIAL 2016******

SAO PAULO, SP – 29 AGOSTO: Claudio Vinícius Spínola, empreendedor social e diretor da Morada da Floresta, posa para foto com sua esposa e socia Ana Paula Silva e seus filhos, no Butantã, em Sao Paulo, em 29 de agosto de 2016. (Foto: Na Lata)******PREMIO EMPREENDEDOR SOCIAL 2016******

Natureza em São Paulo e Transformação PorQueNão? (2014-08)

Edição da entrevista gravada com Cláudio Spínola no dia  30-08-2014 pelo projeto PorQueNão?

 

Campanha NÃO USE PAPEL HIGIÊNICO PARA LIMPAR O FIOFÓ!!!

por Cláudio Spínola
(escrito em 19 de junho de 2015)

Compartilhando minha experiência, fazem 5 anos que não me limpo com papel higiênico, e sim com água. Absorvi esse costume quando fiquei 5 meses na Índia, no início de 2010. Desde então, não consigo mais me “limpar” com papel.

Em casa, uso a ducha higiênica para me lavar após fazer cocô. Normalmente, quando vou há algum banheiro fora de casa, busco uma garrafinha ou pelo menos um copo para levar água para este fim. Porém, ontem eu tive a infelicidade de esquecer de fazer isso… e quando me toquei, já estava sentado no trono.

Que triste experiência!

 

Após a gostosa e aliviadora evacuação, tive que encarar o papel higiênico para me “limpar”. Foram pedaços e pedaços de papel para conseguir o feito… e a cada raspada, sempre aparecia uma freada de bicicleta para constatar que meu fiofó ainda estava sujo.

Primeiramente, lamentei a ignorância do hábito coletivo de usar o papel higiênico para esse fim. Na sequência, lamentei pela quantidade de lixo que eu estava produzindo naquele momento. E por fim, após tanto insistir nessa “limpeza”, constatei que de tanto raspar o papel higiênico, machuquei o fiofó ao ponto do papel higiênico ficar marcado de sangue.

Resultado: estou com o dito cujo ardendo até agora!

Minha indignação com essa situação foi tanta, que me inspirou a escrever esse singelo texto para estimular a reflexão sobre a idiotice que é “limpar” a bunda com papel higiênico.

Por que usar água para lavar, ao invés de papel higiênico?

Os motivos são:

1- o papel higiênico não lava o fiofó nem o limpa adequadamente… e sim esfrega as fezes nas rugas do mesmo até parecer que limpou (quando o papel apresenta o mínimo de fezes aceitável para o usuário sentir-se limpo).

2- porque se o indivíduo tentar se limpar de verdade com o papel higiênico, acabará se machucando.

3- pela produção insana de “lixo” produzida por esse hábito.

Na verdade a ordem dos fatores não altera o resultado… o fato é que lavar o fiofó com água é infinitamente mais higiênico, eficiente e ecológico que usar o papel para este fim. Sei que esse assunto não é fácil de ser absorvido no primeiro momento… mas faço um desafio saudável para quem ler esse texto:

Experimentem passar uma semana inteira lavando o fiofó com água. Se usar sabonete, melhor! Conseguindo vencer o preconceito e vivenciar essa experiência, estenda essa prática por mais 3 semanas. Passado um mês, garanto que vocês não conseguirão mais usar o papel higiênico pra esse fim.

Sinceramente, esse hábito não faz o menor sentido!

Para ajudar a explicar melhor o que estou tentando dizer, assistam esse divertido vídeo:

Permacultura Urbana – Por Que Não? (2014-12)

Edição da entrevista gravada com Cláudio Spínola no dia  30-08-2014 pelo projeto PorQueNão?

Tecendo São Paulo (Episódio 10 – Morada da Floresta) (2013-05)

Vídeo realizado pelo projeto Tecendo São Paulo, por Ricardo Young.

A gravação foi realizada no final de 2012 e a publicação original em maio de 2013.

Trabalhar dentro da sociedade para fazer a transformação e não simplesmente sair dela. É com este lema que a Morada da Floresta vem contribuindo para uma São Paulo mais sustentável. O casal Cláudio e Paula transformaram a casa em que moram em uma empresa sustentável. Além de otimizar o uso de cada espaço da casa, com horta e coleta seletiva; como empresa, fazem compostagem, oferecem curso e almoços naturais, além de venderem produtos sustentáveis, como modernas fraudas de pano. E provam que a mudança realmente começa dentro de casa, transformando a nossa própria morada.

Programa Caminhos Alternativos – Rádio CBN (2012-04)


Clique aqui para ouvir o programa Caminhos Alternativos da rádio CBN onde Cláudio Spínola e Ana Paula Silva falam sobre a Morada da Floresta
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Matéria de rádio sobre Permacultura Urbana (2011-12)


Clique aqui para ouvir a matéria de rádio produzida por Camila Salmazio.

 

As Boas Novas – Família Sustentável (2010-08)

Confira a matéria Família Sustentável escrita por Nara Bianconi no site asboasnovas.com.br

Apresentação da Morada da Floresta por Ana Paula Silva (2009-02)

G1 – Confira dicas para levar uma vida ambientalmente mais sustentável (2009-12)

Matéria de Dennis Barbosa em vídeo publicada no dia 03 de dezembro de 2009 no site G1:

 

 

Sinopse:

Na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 15), este mês, em Copenhague, líderes mundiais vão discutir e negociar medidas para reduzir as emissões de gases causadores de efeito estufa.

Mas o esforço para que as mudanças climáticas tenham menor impacto sobre o planeta não passam apenas pelas negociações diplomáticas. Os cidadãos também podem contribuir com mudanças em seu cotidiano.

O G1 visitou uma casa em São Paulo onde os moradores buscam viver provocando menor impacto sobre o meio ambiente, inclusive com menores emissões de gases de efeito estufa.

Adeptos da permacultura, um método criado na década de 70 que pretende que as pessoas vivam em ambientes sustentáveis, eles plantam parte de sua própria comida em uma horta, usam luz solar para aquecer água, transformam seu lixo orgânico em adubo e evitam o uso de carro. Veja no vídeo os hábitos adotados pelos moradores da casa com explicação de um educador ambiental que vive ali.