Bebês Ecológicos

Você trocaria 6 000 fraldas descartáveis por 20 Fraldas de Pano Bebês Ecológicos?

Se sim, você estará evitando jogar 1 tonelada de lixo nos aterros sanitários que demoram em média 450 anos para se decompor no Planeta e economizando aproximadamente 4 x mais em dinheiro!

As Fraldas Bebês Ecológicos crescem junto com o seu bebê e possibilitam uma super economia em compras de fraldas .

As Fraldas de Pano Bebês Ecológicos são:

– Fashion
– Saudáveis
– Econômicas
– Ecológicas
– Fáceis de usar
– Fáceis de lavar
– Mais confortáveis que as fraldas descartáveis
– Adaptáveis e ajustáveis às diversas fases do bebê
– Ótima opção para presente

 

https://loja.moradadafloresta.eco.br/2000000-bebes-ecologicos

Fraldas de Pano - Bebês Ecológicos

Bebês Ecológicos no Portal Namu (2014-02)

Você sabia um bebê usa 6 mil fraldas descartáveis e que cada uma delas demora 450 anos para se decompor?

Um projeto da Morada da Floresta propõe uma alternativa que não agride o meio ambiente. Ana Paula Silva conta como uniu tecnologia e sustentabilidade para solucionar o problema.

20140227_bebes_ecologicos_no_portal_namu

 

O Parto no Brasil Hoje

O Parto no Brasil hoje

O mais recente relatório global do UNICEF (Situação Mundial da Infância 2011) mostrou que a taxa de cesárea no Brasil é a maior do mundo, de 44% (de 2005 a 2009), enquanto a Organização Mundial da Saúde recomende que apenas 15% dos partos sejam operatórios.

Em muitos hospitais, o parto se tornou uma extração vaginal ou abdominal dentro de uma linha de produção. A conseqüência é que muitas mulheres são colocadas totalmente à distância de sua própria capacidade inata de dar à luz, e as obstetrizes estão perdendo suas habilidades intuitivas a medida que passam a depender mais de tecnologias. A habilidade natural de dar à luz e da maternidade não são mais transmitidas de mulher para mulher.

Possíveis explicações para que as taxas tão altas de cesarianas no Brasil estão diretamente ligadas a fatores sócio-culturais, dentre elas: as conveniências de tempo e financeiras para o profissional médico; o modelo de organização da assistência obstétrica no país; a falta de leitos nos pré-partos dos hospitais; a cultura da “cesariana a pedido da mãe”; a possibilidade de realização concomitante de ligadura de trompas durante a cirurgia; e a carência de preparo adequado da classe médica atual para o atendimento ao parto natural e humanizado, que ocorre em parte porque a cesariana passou a ser aceita culturalmente como um modo normal de dar à luz um bebê.

No Brasil chegamos do auge da medicalização do parto, e nem por isto nossas taxas de mortalidade e morbidade estão diminuindo. Na maioria das maternidade privadas, as taxas de cesárea chegam a 80, 90 ou até 100%.

Quando não é cesárea, é um parto normal repleto de intervenções. Quando uma mulher escolhe ter um bebê em determinada maternidade, está sujeita às regras daquele estabelecimento. O que se nota nas últimas décadas é que as maternidades privadas estão ficando cada vez mais parecida com hotéis. Existe serviço de quarto, restaurante 24 horas, horário livre para visitas, lojinhas de conveniência, TV, frigobar, recepcionistas elegantes, berçarios bem decorados, sala de espera acarpetada com sofás de couro. São grandes empresas cada uma procurando seu lugar ao sol nesse mercado que é o nascimento de bebês. O Grande drama no entanto, é que nestas mesmas maternidades  os indíces de cesárea giram em torno de 75 % à 90 %. O que seria um lugar para as mulheres darem à luz a seus bebês, virou um grande centro de cirurgias obstétricas. O evento natural foi transformado em um evento cirúrgico.

Embora este seja o padrão brasileiro de atendimento, ele vai quase totalmente contra  as regulamentações da OMS. Alguns exemplos: tricotomia, soro, episiotomia de rotina, separação da mãe de bebê, aspiração de rotina.

No mundo inteiro, mais e mais mulheres têm procurado formas alternativas para dar à luz. No serviço particular no Brasil cerca de 80% dos partos são cesáreas, dos 20% normais, quase todos são feitos com a mulher deitada, com as pernas em estribos, anestesiada, dentro de centros cirúrgicos.

Apenas uma fração pequena dos partos acontece de forma mais natural ou fisiológica. As razões para esse descompasso em relação ao resto do mundo misturam cultura médica, interesses financeiros, desconhecimento da classe médica e da população, falta de ambientes adequados, entre outros fatores.

O que o Parto Natural é, e seus benefícios 

O parto é um evento social, familiar, emocional, psicológico e espiritual. O parto é tudo menos um evento médico. O momento correto para o bebê nascer é quando o corpo da mãe está preparado, quando o pulmão do bebê está maduro em toda a sua condição fisiológica. É o momento em que a natureza determina a hora de nascer.

A Humanização do Parto 

Humanizar o parto é dar à mulher o que lhes é de direito: um atendimento focado nas suas necessidades, e não em crenças e mitos. Parto Humanizado não é uma “técnica de parto”, é simplesmente focar o atendimento na mulher. Oferecer o que à família desejar e basear as condutas nas evidências científicas e nas suas recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Entre as vantagens do parto natural, estão: 

– A maioria das mulheres pode ter, sem contraindicações.

– Permite à natureza seguir seu rumo, deixando o bebê nascer no tempo certo.

– Recuperação é rápida, o que favorece a lactação.

– Fortalecimento emocional da mãe e do bebê, pois ambos superam o maior e o primeiro desafio que é o nascer.

– Poupa o bebê de receber as químicas da analgesia.

 

Bebês Ecológicos – Uma relação entre a sustentabilidade e cuidado com os bebês

Bebês Ecológicos – Uma relação entre a sustentabilidade e cuidado com os bebês

Um dos aspectos mais importantes dentro dos temas sustentabilidade e ecologia é a vida de uma criança – sua chegada a este mundo, a forma como é concebida e gestada – como base para uma humanidade verdadeiramente fraterna. Compreender o início da vida como período determinante para o futuro do planeta é um convite para uma das maiores mudanças de paradigmas. 

Segundo o médico obstetra e apoiador da Humanização do Parto, Dr. Jorge Kun, o parto é um evento social, familiar, emocional, psicológico e espiritual. O parto é tudo menos um evento médico. O momento correto para o bebê nascer é quando o corpo da mãe está preparado, quando o pulmão do bebê está maduro em toda a sua condição fisiológica. É o momento em que a natureza determina a hora de nascer.
O mais recente relatório global do UNICEF (Situação Mundial da Infância 2011) mostrou que a taxa de cesárea no Brasil é a maior do mundo, de 44% (de 2005 a 2009), enquanto a Organização Mundial da Saúde recomende que apenas 15% dos partos sejam operatórios.

Para reverter a atual situação no Brasil, é preciso que a sociedade – principalmente as famílias – seja conscientizada sobre os benefícios do parto normal e que os profissionais de saúde só indiquem o parto operatório nos casos necessários.
Possíveis explicações para que as taxas tão altas de cesarianas no Brasil estão diretamente ligadas a fatores sócio-culturais, dentre elas: as conveniências de tempo e financeiras para o profissional médico; o modelo de organização da assistência obstétrica no país; a falta de leitos nos pré-partos dos hospitais; a cultura da “cesariana a pedido da mãe”; a possibilidade de realização concomitante de ligadura de trompas durante a cirurgia; e a carência de preparo adequado da classe médica atual para o atendimento ao parto natural e humanizado, que ocorre em parte porque a cesariana passou a ser aceita culturalmente como um modo normal de dar à luz um bebê.

Entre as vantagens do parto natural, estão:
– A maioria das mulheres pode ter, sem contraindicações.
– Permite à natureza seguir seu rumo, deixando o bebê nascer no tempo certo.
– Recuperação é rápida, o que favorece a lactação.
– Fortalecimento emocional da mãe e do bebê, pois ambos superam o maior e o primeiro desafio que é o nascer.
– Poupa o bebê de receber as químicas da analgesia.

Aleitamento Materno

O aleitamento materno exclusivo é algo que deveria acontecer de forma natural, sem muitos obstáculos. Porém, durante muitos e muitos anos tivemos a influência massiva da mídia, reforçando o abandono do hábito de amamentar, fato que vem ocorrendo desde que o leite de vaca processado e as fórmulas industrializadas entraram em nosso mercado consumidor.
Após décadas de desuso da prática do aleitamento materno, por opção de utilizar fórmulas lácteas industrializadas, muitas mulheres perderam o instinto materno que fazia do aleitamento materno exclusivo ( sem a complementação de outros alimentos) algo bem natural. E para aquelas que optam pelo aleitamento materno, muitas vezes faltam apoio profissional e familiar.
A composição do leite materno está adaptada às necessidades do bebê humano. É por isso que o aleitamento previne mortes infantis e promove a saúde física e mental da criança e da mãe. O leite materno tem 97% de água e por isto é facilmente digerido, ao contrário do leite de vaca – base das fórmulas infantis (leites modificados) que são de difícil digestão e demoram 3 horas para que ocorra o esvaziamento gástrico.

Educação Ativa

Uma pessoa amada e respeitada, nas suas verdadeiras necessidades em cada uma de suas etapas de desenvolvimento, tende a se tornar um adulto que convive em paz e respeito consigo mesmo, com seus iguais e com a natureza, se tornando co-construtor de um planeta com as mesmas características.

Dentro da família, a criança começa a ser educada tanto para a paz quanto para a violência. É através das atitudes dos pais que a criança obtém exemplo para agir e viver no planeta de forma mais pacífica e ecológica.

As bases para construção da educação para paz se baseia em três princípios fundamentais: a CNV (Comunicação Não Violenta), Desescolarização (Processo de desaprender paradigmas) e a Educação Ativa.

Para as famílias que desejam aprofundar temas e receber suporte aos inúmeros desafios no lar e na escola, existe atualmente o grupo Famílias Educadoras que compartilha, com apoio de profissionais, experiências como as de criar ambientes que satisfaçam as necessidades individuais de acordo com a idade e permitir a autonomia necessária para que a aprendizagem se faça de dentro para fora.

Consumo Consciente

Praticar o consumo consciente significa buscar o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade socioambiental, maximizando as conseqüências positivas deste ato não só para si mesmo, mas também para as relações com a sociedade, economia e natureza. Este também busca disseminar o conceito e a prática do consumo responsável, fazendo com que pequenos gestos realizados por muitas pessoas promovam grandes transformações. A criança nos dá a oportunidade de trabalharmos o consumo consciente desde muito cedo:

Lixo: Fraldas Descartáveis
Um bebê utiliza em média 124 fraldas descartáveis por mês, totalizando uma média de 3.000 (três mil) fraldas em dois anos de vida.
Só nos EUA, vão para o lixo 18 bilhões de fraldas descartáveis por ano. Uma vez usadas, cerca de 90 % delas entram no ciclo do lixo caseiro, sendo destinados para o sistema de coleta municipal, aterros sanitários ou clandestinos, criando de imediato um problema ambiental e de saúde pública.
Além do impacto causado pela produção de lixo em excesso, há o impacto causado pela produção das fraldas descartáveis. Anualmente, são utilizadas 100.000 toneladas de plástico e 800.000 toneladas de celulose (polpa de árvores) na fabricação das fraldas descartáveis.
A fralda de pano evita assaduras por alergias e favorece a consciência corporal do bebê, pois quando o mesmo faz xixi no gel este imediatamente se solidifica, assim o bebê deixa de perceber o xixi líquido e isto faz com que o desfralde aconteça mais tarde.
Até o início dos anos 80, a grande maioria dos bebês utilizava somente fraldas de pano. Hoje, devido à busca de praticidade de pais e mães, as fraldas de pano estão esquecidas, e as descartáveis correspondem a mais de 90% das vendas de fraldas no Brasil.
Mesmo para uma mãe que não consegue utilizar somente fraldas de pano, vale tentar usar ao menos 50% de fradas laváveis e oferecer uma melhor qualidade de vida ao seu bebê e ao planeta.

Por Ana Paula Silva, é Formada em Yogaterapia e Naturopatia, co–idealizadora da Morada da Floresta e responsável pelo desenvolvimento do conceito e dos produtos Bebês Ecológicos e Ecologia Feminina.  Mãe e educadora de Violeta e Micah.

Revista ISTOÉ – Verdes desde o berço (2013-07)

08072013_verdes_desde_o_berco

“Do nascimento até o desfralde (por volta dos 3 anos), um bebê suja de cinco mil a seis mil fraldas. Se elas forem descartáveis, levarão até 450 anos para se decompor. Somadas aos absorventes femininos, as fraldas ocupam a terceira posição entre os materiais que formam as montanhas nos aterros sanitários. Onde a maioria vê apenas lixo, a indústria enxerga oportunidades. Em decorrência, as prateleiras das lojas começam a abrigar produtos que cuidam do bebê sem devastar o ambiente.”

Acompanhe a matéria na íntegra “Verdes desde de Berço” publicada na revista Istoé desta semana, sobre o consumo sustentável para bebês, com uma nota da experiência de Ana Paula Silva da Morada da Floresta com o uso das fraldas de pano e alimentação vegetariana no cuidado com os bebês.

http://istoe.com.br/312987_VERDES+DESDE+O+BERCO+/

 

 

Artigos de Cláudia Visoni sobre fralda de pano (2011-11)

Recentemente, Cláudia Visoni publicou dois artigos sobre as fraldas ecológicas.

20111108_artigos_de_claudia_visoni

O primeiro, na revista Pais e Filhos:

http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/claudia-visoni/bumbum-com-pano

Animada sobre o assunto, Cláudia publicou também um post no seu blog Simplesmente, onde publica diversos artigos super interessantes sobre práticas sustentáveis e quebra de paradigmas.

Segue o link do artigo publicado no blog Simplesmente:

http://conectarcomunicacao.com.br/blog/94-bumbum-pano

Claudia Visoni é jornalista, paulistana e dirige a empresa Conectar Comunicação (www.conectar.com.br).
Desde a adolescência, pesquisa assuntos ligados à ecologia e ao consumo, buscando alternativas para viver bem economizando os recursos naturais.

Prêmio Cidadão Sustentável (2012-07)

 

O Prêmio Cidadão Sustentável surge com a proposta reconhecer e valorizar as pessoas que realmente estão ajudando a transformar São Paulo em uma cidade mais justa, democrática, saudável e solidária.

Resultado de uma parceria entre o Catraca Livre e a Rede Nossa São Paulo, o Prêmio está sendo lançado neste ano de 2012, às vésperas das eleições municipais, como uma oportunidade para discutir propostas e pensar no futuro da nossa cidade. Em agosto, o Catraca Livre divulgará os três finalistas de cada categoria.

A Morada da Floresta, aqui representada por Ana Paula Silva foi elegida para concorrer ao prêmio Meio Ambiente. Participe! Seu voto é muito importante!

VOTE AQUI: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/07/premio-cidadao-sustentavel-meio-ambiente/

Nascimento de Micah (vídeo)

Atendendo à pedidos, disponibilizamos o vídeo completo do nascimento de Micah, no dia 27 de março de 2010, em Goa, Índia.

Oferecemos este vídeo com carinho, para que ele sirva de inspiração para o resgate da potencialidade feminina que é o Parto Natural.

O vídeo Nascimento de Micah, filho de Ana Paula Silva e Cláudio Spinola, no Birthing Center Goa (Casa de Partos de Goa India), além de lindas imagens, promove reflexões profundas e relevantes sobre a maneira como nascemos, como a companhia do Pai e de pessoas desejadas no ambiente de parto, a consagração do nascimento como um momento espiritual e sagrado, a não intervenção profissional e o respeito pelo tempo do bebê e da mãe.

Este vídeo é recomendado para às famílias que desejam obter informações e inspirações, para o uso de doulas que trabalham apoiando o Parto Natural, assim como para grupos de apoio à gestação.

 

Veja – Onda ambiental traz fralda de pano de volta (2010-07)

Confira a matéria publicada no site Veja.com por Branca Nunes sobre as fraldas de pano e demais práticas ecológicas presentes na Morada da Floresta:

 

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/onda-ambiental-traz-fralda-de-pano-de-volta

 

Higiene Natural Infantil

 

 

 

 

Higiene Natural Infantil

Uma nova visão sobre uma antiga prática – o movimento “sem fraldas”

A base do ‘método de higiene natural infantil’ é um exercício de reconhecimento dos ciclos das crianças e uma prática de comunicação. Os adultos que o praticam com as crianças ao seu redor sabem que elas podem comunicar-se de formas não verbais. Da mesma forma que a mãe oferece o seio quando percebe que seu bebê está com fome, ela pode oferecer um pinico, levá-lo à privada ou a um canteiro de terra, ou a qualquer outro receptáculo de sua preferencia ao se dar conta de que a criança precisa urinar ou defecar. A eliminação de xixi e cocô, tão bem como as necessidades de comer ou dormir, possuem natureza cíclica.

Traduzido e adaptado de Aube #22 por Tara e Bruno

A base do ‘método de higiene natural infantil’ é um exercício de reconhecimento dos ciclos das crianças e uma prática de comunicação. Os adultos que o praticam com as crianças ao seu redor sabem que elas podem comunicar-se de formas não verbais. Da mesma forma que a mãe oferece o seio quando percebe que seu bebê está com fome, ela pode oferecer um pinico, levá-lo à privada ou a um canteiro de terra, ou a qualquer outro receptáculo de sua preferencia ao se dar conta de que a criança precisa urinar ou defecar. A eliminação de xixi e cocô, tão bem como as necessidades de comer ou dormir, possuem natureza cíclica. O reconhecimento desses sinais e ciclos permitem aos pais satisfazer essa necessidade de seus filhos de uma maneira mais harmoniosa que o simples trocar de fraldas.

Adultos adeptos do ‘método de higiene natural infantil’ podem assegurar que os bebês são conscientes de sua necessidade de eliminação e capazes de a comunicar desde muito jovens. Isso contraria teorias segundo as quais é impossível aos menores de dois ou três anos controlar os músculos do esfíncter externo, que controla a abertura voluntária do ânus. Uma das vantagens é que o método permite à criança desenvolver desde cedo a consciência de uma de suas necessidades fundamentais, levando também a uma maior percepção de seu corpo. Todos que praticam este método são conscientes de que os pequenos possuem um senso de limpeza e que não gostam de permanecer sujos e molhados dentro das fraldas. Porém acabam se condicionando a isso até os dois ou três anos, quando é preconizado se começar um treinamento para deixar as grandes causadoras de assaduras.

É um modo amável que se baseia na escuta das necessidades da criança promovendo um laço afetivo muito forte. Contrariamente ao método convencional de abandono das fraldas, ele é não coercitivo pois não cria um sentimento de sucesso ou decepção a cada eliminação. Isto porque o importante é a capacidadeá de ouvir e responder à necessidade dos filhos. A mensagem que podemos ter em mente é que as fraldas não são indispensáveis e que é possível em qualquer lugar do planeta praticar a higiene natural infantil. O ‘método de higiene natural infantil’ poupa água e sabão de lavagem no caso das fraldas de pano, mas principalmente no que se refere a utilisação de fraldas descartáveis, extremamente poluentes para o ambiente e nocivas para a pele delicada do bebê.