Ecologia Feminina

Bela Gil - Vida Mais Bela na Morada da Floresta

Dia 29/08/2017 (terça-feira) tem Morada da Floresta no programa Vida + Bela na GNT. Em maio desse ano recebemos a deliciosa e honrada visita da Bela Gil pela segunda vez na Morada da Floresta. Ficamos muito felizes com esta oportunidade, que com certeza é um merecimento depois de muitos anos de dedicação, plantios e trabalho sincero para despertar e facilitar a consciência ecológica e o cuidado com a natureza.

Biocosméticos: Maquiagens Naturais e Orgânicas

Biocosméticos e maquiagens orgânicas com ingredientes naturais e biodegradáveis que atuam como alimento nutritivo para a pele, preservando a saúde pessoal, o respeito com animais e com o planeta.   20150721_biocosmeticos  

O Parto no Brasil Hoje

O Parto no Brasil hoje

O mais recente relatório global do UNICEF (Situação Mundial da Infância 2011) mostrou que a taxa de cesárea no Brasil é a maior do mundo, de 44% (de 2005 a 2009), enquanto a Organização Mundial da Saúde recomende que apenas 15% dos partos sejam operatórios.

Em muitos hospitais, o parto se tornou uma extração vaginal ou abdominal dentro de uma linha de produção. A conseqüência é que muitas mulheres são colocadas totalmente à distância de sua própria capacidade inata de dar à luz, e as obstetrizes estão perdendo suas habilidades intuitivas a medida que passam a depender mais de tecnologias. A habilidade natural de dar à luz e da maternidade não são mais transmitidas de mulher para mulher.

Possíveis explicações para que as taxas tão altas de cesarianas no Brasil estão diretamente ligadas a fatores sócio-culturais, dentre elas: as conveniências de tempo e financeiras para o profissional médico; o modelo de organização da assistência obstétrica no país; a falta de leitos nos pré-partos dos hospitais; a cultura da "cesariana a pedido da mãe"; a possibilidade de realização concomitante de ligadura de trompas durante a cirurgia; e a carência de preparo adequado da classe médica atual para o atendimento ao parto natural e humanizado, que ocorre em parte porque a cesariana passou a ser aceita culturalmente como um modo normal de dar à luz um bebê.

No Brasil chegamos do auge da medicalização do parto, e nem por isto nossas taxas de mortalidade e morbidade estão diminuindo. Na maioria das maternidade privadas, as taxas de cesárea chegam a 80, 90 ou até 100%.

Quando não é cesárea, é um parto normal repleto de intervenções. Quando uma mulher escolhe ter um bebê em determinada maternidade, está sujeita às regras daquele estabelecimento. O que se nota nas últimas décadas é que as maternidades privadas estão ficando cada vez mais parecida com hotéis. Existe serviço de quarto, restaurante 24 horas, horário livre para visitas, lojinhas de conveniência, TV, frigobar, recepcionistas elegantes, berçarios bem decorados, sala de espera acarpetada com sofás de couro. São grandes empresas cada uma procurando seu lugar ao sol nesse mercado que é o nascimento de bebês. O Grande drama no entanto, é que nestas mesmas maternidades  os indíces de cesárea giram em torno de 75 % à 90 %. O que seria um lugar para as mulheres darem à luz a seus bebês, virou um grande centro de cirurgias obstétricas. O evento natural foi transformado em um evento cirúrgico.

Embora este seja o padrão brasileiro de atendimento, ele vai quase totalmente contra  as regulamentações da OMS. Alguns exemplos: tricotomia, soro, episiotomia de rotina, separação da mãe de bebê, aspiração de rotina.

No mundo inteiro, mais e mais mulheres têm procurado formas alternativas para dar à luz. No serviço particular no Brasil cerca de 80% dos partos são cesáreas, dos 20% normais, quase todos são feitos com a mulher deitada, com as pernas em estribos, anestesiada, dentro de centros cirúrgicos.

Apenas uma fração pequena dos partos acontece de forma mais natural ou fisiológica. As razões para esse descompasso em relação ao resto do mundo misturam cultura médica, interesses financeiros, desconhecimento da classe médica e da população, falta de ambientes adequados, entre outros fatores.

O que o Parto Natural é, e seus benefícios 

O parto é um evento social, familiar, emocional, psicológico e espiritual. O parto é tudo menos um evento médico. O momento correto para o bebê nascer é quando o corpo da mãe está preparado, quando o pulmão do bebê está maduro em toda a sua condição fisiológica. É o momento em que a natureza determina a hora de nascer.

A Humanização do Parto 

Humanizar o parto é dar à mulher o que lhes é de direito: um atendimento focado nas suas necessidades, e não em crenças e mitos. Parto Humanizado não é uma "técnica de parto”, é simplesmente focar o atendimento na mulher. Oferecer o que à família desejar e basear as condutas nas evidências científicas e nas suas recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Entre as vantagens do parto natural, estão: 

- A maioria das mulheres pode ter, sem contraindicações.

- Permite à natureza seguir seu rumo, deixando o bebê nascer no tempo certo.

- Recuperação é rápida, o que favorece a lactação.

- Fortalecimento emocional da mãe e do bebê, pois ambos superam o maior e o primeiro desafio que é o nascer.

- Poupa o bebê de receber as químicas da analgesia.

 

Alternativas Ecológicas para a Mulher (Portal Namu)

Absorventes, este é um assunto que provavelmente você nunca pensou que iria discutir com suas amigas, mas os tempos mudaram. Vivemos em uma era moderna e que a maioria de nós usamos diferentes tipos de absorventes carregados com produtos químicos e poluentes. Absorventes reutilizáveis sempre existiram, mas, assim como as fraldas de pano, eles retornaram com seu desing moderno e bonito. Eles são livre de produtos químicos, ecológicos e econômicos. Muitas mulheres que no início estavam céticas provaram e os votos foram unânimes: os absorventes reutilizáveis são confortáveis, fácil de limpar, frescos e respiráveis !

E você já provou?

Confira este vídeo realizado pelo Portal Namu com Ana Paula Silva da Morada da Floresta e saiba mais sobre o assunto:  

Ecologia Feminina - A relação da mulher com a Terra

Ecologia Feminina - A relação da mulher com a Terra

Por Ana Paula Silva

A Ecologia Feminina é uma prática que a mulher tende a procurar quando deseja se harmonizar com a natureza.
Gestos tão simples que encontramos em nossas avós e ancestrais significam muitas vezes para nós, mulheres modernas, uma revisão da própria vida, quando colocamos em cheque tabus e hábitos, para construir uma relação mais harmoniosa de cuidado com o próprio corpo e com o Planeta.
Nas  culturas indígenas e maias  a Terra é vista como a Grande Mãe que nos dá abrigo e nos alimenta, segundo essas culturas, a existência humana é essencialmente conectada ao Planeta. As qualidades femininas da natureza são expressas pela receptividade da Terra ao receber, acolher, nutrir e oferecer todos os recursos necessários para que a planta germine, cresça, floresça e produza novas sementes concebendo suas múltiplas expressões de vida.

Podemos observar práticas femininas ancestrais e ecológicas, como a devolução do ciclo menstrual para nutrir a Terra, que foram modificadas pela cultura e de maneira efetiva desconectaram a mulher do cuidado consigo mesma e com o Planeta.

Segundo o site Museu da Menstruação (http://www.mum.org/), no ano de 1888 os absorventes femininos começaram a ser vendidos, eram aqueles em formato de almofada, adaptações dos que as enfermeiras norte-americanas preparavam para elas próprias usarem, feitos de gaze e outros materiais hospitalares a que tinham vasto acesso. Desde então o absorvente feminino descartável passou a ser comercializado com forte apelo publicitário à sua praticidade, marcando início à era dos descartáveis. As primeiras propagandas veiculadas para o produto, em 1921, pela Kotex, destacavam que os absorventes descartáveis eram muito mais limpos e assépticos, confortáveis.  Mas atualmente na contramão de todas as campanhas, vêm crescendo o movimento que quer abolir os absorventes descartáveis volta absorventes de tecido, por serem uma  solução mais natural para a pele sensível da vulva, além de muito mais econômicos e praticamente não-agressivos ao meio ambiente.

A Ecologia Feminina é um termo muito abrangente e profundo, e pelo viés da sustentabilidade, podemos identificar pelo menos cinco temas de grande impacto e muito palpáveis a todos nós: Consumo Consciente; Lixo: Absorventes Femininos e Fraldas Descartáveis; Humanização do Parto; Aleitamento Materno e Educação Ativa.


Consumo Consciente

Quando optamos por financiar pessoas e empresas que estão fazendo a sua parte, também fortalecemos esse trabalho. Nossas decisões de consumo são como os votos em uma eleição: o maior número decide quem ganha. Por isso, quanto mais optamos por produtos e empresas realmente preocupadas em fazer do mundo um lugar melhor, mais fortalecemos esse movimento e mais rápido veremos as mudanças necessárias.
Praticar o consumo consciente significa buscar o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade socioambiental, maximizando as conseqüências positivas deste ato não só para si mesmo, mas também para as relações com a sociedade, economia e natureza. Este também busca disseminar o conceito e a prática do consumo responsável, fazendo com que pequenos gestos realizados por muitas pessoas promovam grandes transformações.

Sugestões de práticas visando o consumo consciente:


 - Comprar roupas, alimentos e outras mercadorias na medida certa para o consumo individual ou da família, visando evitar ao máximo o desperdício;
- Gastar água e energia somente o necessário, evitando ao máximo o desperdício;
- Reutilizar produtos e bens naturais sempre que possível;
- Promover a separação e reciclagem do lixo;
- Usar sistemas que evitem o desperdício de água e energia nas residências;
- Valorizar e adquirir produtos de empresas que demonstram preocupações sociais e ambientais;
- Utilizar sacolas retornáveis para transportar os produtos adquiridos em supermercados;
- Valorizar o consumo de produtos orgânicos que, além de serem benéficos à saúde, a produção envolve práticas de respeito ao meio ambiente.

Lixo: Absorventes Femininos
Uma mulher que utiliza absorventes descartáveis para conter seu fluxo menstrual produz, desde a sua puberdade até a menopausa, aproximadamente 10 a 15 mil absorventes descartáveis de lixo, resíduo excessivo e de grande impacto ecológico para o Planeta.

Absorventes e tampões descartáveis são feitos de papel alvejado, plástico e contêm ingredientes químicos inconvenientes à saúde da mulher, como metais, surfactantes, desinfetantes, fragrância, bactericida, fungicida, gel absorvente, colas, traços de organocloretos  (pesticidas), entre outras coisas. A legislação brasileira não regula os componentes dos produtos menstruais e as indústrias não precisam listá-los nas embalagens.

Componentes como organocloretos e dioxina, subprodutos do processo de branqueamento, têm sido associados a problemas de saúde em humanos e animais, contribuindo para o câncer de mama, deficiências do sistema imunológico, endometriose, defeitos no feto e câncer de colo de útero (cérvix).

Alternativas ecológicas disponíveis:

Além de serem práticas, econômicas e ecológicas, visto que custam menos ao bolso e reduzem consideravelmente a produção de lixo no Planeta, o uso das alternativas abaixo incentiva a valorização e aceitação do processo natural do corpo. Em ambos os casos o sangue pode ser devolvido para a natureza como adubo e alimento para as plantas, pois contém uma gama de nutrientes e energia vital que fertilizam a Terra.
Absorventes femininos de pano são laváveis, confeccionados em tecido de algodão, permitem ao corpo respirar livre de produtos químicos e plástico e não contêm químicas.

Copo coletor de silicone: além de ter a praticidade de ser interno, é reutilizável e lavável, e pode ser fervido para esterilização ao final do ciclo, ou colocado em água oxigenada por algumas horas antes de ser guardado para o mês seguinte. Normalmente possui durabilidade média de 10 anos.





Prêmio Cidadão Sustentável (2012-07)

 

O Prêmio Cidadão Sustentável surge com a proposta reconhecer e valorizar as pessoas que realmente estão ajudando a transformar São Paulo em uma cidade mais justa, democrática, saudável e solidária.

Resultado de uma parceria entre o Catraca Livre e a Rede Nossa São Paulo, o Prêmio está sendo lançado neste ano de 2012, às vésperas das eleições municipais, como uma oportunidade para discutir propostas e pensar no futuro da nossa cidade. Em agosto, o Catraca Livre divulgará os três finalistas de cada categoria.

A Morada da Floresta, aqui representada por Ana Paula Silva foi elegida para concorrer ao prêmio Meio Ambiente. Participe! Seu voto é muito importante!

VOTE AQUI: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/07/premio-cidadao-sustentavel-meio-ambiente/

Nascimento de Micah (vídeo)

Atendendo à pedidos, disponibilizamos o vídeo completo do nascimento de Micah, no dia 27 de março de 2010, em Goa, Índia.

Oferecemos este vídeo com carinho, para que ele sirva de inspiração para o resgate da potencialidade feminina que é o Parto Natural.

O vídeo Nascimento de Micah, filho de Ana Paula Silva e Cláudio Spinola, no Birthing Center Goa (Casa de Partos de Goa India), além de lindas imagens, promove reflexões profundas e relevantes sobre a maneira como nascemos, como a companhia do Pai e de pessoas desejadas no ambiente de parto, a consagração do nascimento como um momento espiritual e sagrado, a não intervenção profissional e o respeito pelo tempo do bebê e da mãe.

Este vídeo é recomendado para às famílias que desejam obter informações e inspirações, para o uso de doulas que trabalham apoiando o Parto Natural, assim como para grupos de apoio à gestação.  

Vídeo: História e a verdade do uso dos Absorventes Descartáveis

 

Planeta Sustentável - Parto Natural e Ecológico (2008-10)

parto natural http://planetasustentavel.abril.ig.com.br/blog/gaiatos/117399_post.shtml

Linha Ecologia Feminina

Se você busca alternativas naturais e ecológicas para cuidar com carinho de seu corpo e da natureza a Morada da Floresta oferece maravilhosas soluções como o Ecoabsorvente, o Bioabsorvente Feminino, o Mooncup e Absorventes para Seios, produtos são livres de químicas, agrotóxico e plástico. Favorecem maior contato com o próprio corpo e com os ciclos, nos incentiva a valorizar e aceitar o processo natural e a adotar práticas mais ecológicas. Ecoabsorventes e Bioabsorventes são inovadores, laváveis e confortáveis. Por serem confeccionados em tecido de algodão que permite ao corpo respirar livre de produtos químicos e plástico, mantêm a saúde e o frescor do corpo da mulher.

Ecoabsorventes

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 Características:

- Modelagem arredondada. - Camada interna de algodão e camada externa de microsoft que garante uma suave impermeabilização respirável. - Peça única e pronta para usar, contém camadas absorventes fixas internamente. - Disponível nos tamanhos Pequeno, Médio e Grande.    

Bioabsorventes

20080805_linha_ecologica_02Características:

- Modelagem quadrada. - Camada interna e externa 100% Algodão. - Toalha interna absorvente removível.      

Clique aqui para consultar o preço e efetuar a compra

 

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Dúvidas frequentes: como usar e como lavar - clique aqui  

Absorvente Ecológico

Bioabsorventes íntimos
Uma mulher durante todo seu ciclo menstrual na vida gera de 10 a 15 mil absorventes descartáveis de lixo, resíduo excessivo e de grande impacto ecológico para o Planeta! Além do que, os absorventes descartáveis são constituídos de diversas químicas não saudáveis, cancerígenas, que provocam alergias e cistos, como pudemos acompanhar em diversas pesquisas. Bem conhecido no meio alternativo entre as pessoas que buscam e estão em harmonia com a natureza, com o próprio corpo, assim como também conscientes da devolução dos produtos do corpo físico que nutrem à Terra, o Bioabsorvente ressurge com todo detalhe de confecção moderna, integrando a cultura, o conhecimento ancestral e a beleza simples, um verdadeiro marco na transformação da mulher moderna na natural transição rumo à consciência. A proposta do Bioabsorvente, assim como os princípios da Permacultura, intenciona a permanência da energia na Terra, você pode lavar seu bioabsorvente e oferecer seu ciclo de volta à Terra, isto fortalece e nutre as plantas. O Bioabsorvente traz de volta um tipo de relacionamento íntimo de contato, aceitação com o próprio corpo e consciência ecológica. São confeccionados artesanalmente em tecido de algodão puro e absorvente, em diversas estampas e tamanhos. Uma mulher durante todo seu ciclo menstrual na vida gera de 10 a 15 mil absorventes descartáveis de lixo, resíduo excessivo e de grande impacto ecológico para o Planeta! Além do que, os absorventes descartáveis são constituídos de diversas químicas não saudáveis, cancerígenas, que provocam alergias e cistos, como pudemos acompanhar em diversas pesquisas científicas da atualidade.

Modo de usar: o Bioabsorvente contém internamente uma pequena toalha em tecido de algodão dobrada, que é introduzida através de seu repartimento de abertura, o lado correspondente ao repartimento de abertura deve ser posicionado voltado para a calcinha, abotoe as abas, laterais,substitua-o quando necessário.

Higienização: Encaminhe o Bioabsorvente à um recipiente com água, deixe de molho por 30min até que o sangue se decante. Esta água estará rica em nutrientes e pode ser devolvida para terra, você pode energiza- la com cristais. Em seguida lave-o com sabão de coco ou biodegradável , aproveite da energia do Sol, para clarear e limpar os bioabsorventes, deixe em uma bacia de alumínio com sabão de coco e com pouca água e depois enxague. Pode ser lavado à máquina. Você pode esporadicamente usar chá fervente de Eucalipto, Alecrim ou Tomillho para uma higiene mais profunda.

Veja o Blog: http://bioabsorventesecologicos.blogspot.com/

 

Produto Artesanal

Morada da Floresta

www.moradadafloresta.eco.br

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Medicina com a Placenta

´´A placenta é um órgão incrivelmente precioso e completo, sendo também o único órgão “usa e joga fora” que temos. Representa as raízes da criança no terreno da mãe.  É feita de dois organismos diferentes e incompatíveis, mas funciona como um único órgão, em completa harmonia. Faz todas as funções de um corpo humano. `` *

Hoje a placenta esta sendo usada como remédio por muitos homeopatas.

A Placenta:

A placenta é um órgão presente na maior parte dos mamíferos, através do qual ocorrem as trocas entre a mãe e seu filho. É formada pelos tecidos do ovo, embriologicamente derivada do córion. Através da placenta o bebê "respira" (ocorrem as trocas de oxigênio e gás carbônico), se "alimenta" (recebendo diretamente os nutrientes por difusão do sangue materno) e excreta produtos de seu metabolismo (excretas nitrogenadas). A placenta é também órgão endócrino importante na gravidez, envolvida na produção de diversos hormônios: progesterona, gonadotrofina coriônica (HgC), hormônio lactogênio placentário, estrogênio (principalmente o estriol), etc .

É um órgão incrivelmente precioso e completo, sendo também o único órgão “usa e joga fora” que temos. Representa as raízes da criança no terreno da mãe. É feita de dois organismos diferentes e incompatíveis, mas funciona como um único órgão, em completa harmonia. Faz todas as funções de um corpo humano. É o pulmão, fornecendo à criança o oxigênio e todas as trocas gasosas; é o coração, ajudando-a a movimentar a massa sangüínea e mantendo a circulação entre ela e a mãe; é o rim, depurando e regulando os líquidos em seu corpo; é o aparado digestivo, procurando e fornecendo comida; é a glândula endócrina, produzindo todos os hormônios necessários à manutenção da gravidez e ao crescimento da criança; é cérebro, guiando com inteligência o sistema informativo entre mãe e bebê, e elaborando todos os dados; é o sistema imunológico, fornecendo à criança anticorpos, linfócitos e macrófagos, as grandes células que podem destruir ou construir o tecido, os monstros tão temidos pelo embrião; é também a fonte do líquido amniótico e o renova a cada duas horas completamente.

A placenta é um órgão ativo, tem capacidade de bombear glicose e oxigênio para a criança, conforme suas necessidades. Até o nascimento faz parte integrante do corpo da criança, também na sua parte materna. A placenta conserva o grande segredo da contemporânea unidade e dualidade entre mãe e bebê.

No momento do nascimento, a placenta continua desenvolvendo todas suas funções, ajudando a criança a regular seu metabolismo e seu organismo até o ponto de equilíbrio; a partir daí ela pode seguir autonomamente. Quando os pulmões respiram, quando o coração consegue regular a circulação sozinho, quando a criança recebe açucares, substâncias nutritivas e anticorpos do seio materno, quando os ácidos produzidos pelo parto são descarregados e os rins da criança funcionam, então (e somente então) pode-se deixá-la. Naturalmente, se o cordão permanecer íntegro.

Quando a criança não precisa mais da placenta, não somente interrompe a comunicação, e, portanto a circulação, mas faz destacar a placenta do corpo materno e a faz expelir. Somente então é o momento para cortar o cordão umbilical.
*

* texto extraído do livro: “Venire al mondo e dare alla luce. Percorsi di vita attraverso la nascita”  de Verena Schmid Milano, Ed. Urra, 2005, pp. 194-5.
Traduzido por Adriana Tanese Nogueira

* Este texto também pode ser encontrado no site:  www.amigasdoparto.org.br


Estudos Antropológicos sobre a Placenta

Os costumes ligados à placenta são infinitos. Na África existem povos que a consideram a parte espiritual da criança, aquela parte dela que a acompanhou do Céu para a Terra. Portanto a conservam e a usam para diferentes rituais pessoais e sociais. Em outras sociedades todas as placentas são enterradas numa colina, a “colina das placentas”. Assim a colina é o equivalente dos nossos cemitérios, somente que está orientada para a vida, não para a morte. Existem métodos empíricos usados pelas parteiras tradicionais da América central e meridional para reanimar uma criança nascida morta: dando fogo à placenta expelida, com o cordão ainda íntegro, ligado ao bebê, para que este retome vida.

é fora de dúvida que permanece uma forma de troca entre placenta e criança mesmo após a expulsão do corpo materno. Tanto é que em outras culturas a placenta é conservada ao lado da criança até a queda do cordão, sem nunca cortá-lo, como sinal de extremo respeito pelos recursos endógenos e pelos tempos da criança, e também na convicção que a placenta continue nutrindo a criança e lhe transmita ainda substâncias preciosas para seu sistema imunológico até estar completamente seca, em seguida poderá ser transformada em remédios (tinturas) que curarão a criança por longos anos e de várias doenças.
**

** Trecho extraído do capítulo: “Rituais, costumes e virtudes terapêuticas da placenta
do livro:  CVenire al mondo e dare alla luce. Percorsi di vita attraverso la nascita” de Verena Schmid, Milano, Ed. Urra, 2005, pp. 195-6.

** Este texto também pode ser encontrado no site:  www.amigasdoparto.org.br

 

As mulheres do Kenia mastigam o cordão umbilical, até que ele se rompa.

Uma tribo da Amazônia usa o cordão seco para fazer um bracelete de proteção para a criança. Os Aborígenes usam para fazerem colares para ajudar no crescimento saudável da criança e protegê-la contra doenças.

Acredita-se que a placenta è o lar do espírito e a conexão direta com o mundo e a criação divina, sendo o canal direto entre o mudo espiritual e o mundo terreno, por onde a alma entra e começa sua jornada, e assim se faz um órgão muito reverenciado pelos povos tradicionais. Em muitas tradições a placenta è tão bem cuidada e atendida quanto à criança após o parto.

No Nepal, a placenta è chamada de “bucha-co-salthi”, significando “amiga do bebe”. No Sudâo a placenta è considerada o espìrito gêmeo da criança, e acreditam que ela deverà ser enterrada em um local que representa as espectativas e esperanças dos pais em relação ao filho. No Hawaii ela é enterrada sob uma àrvore, que se torna a àrvore sagrada da criança, um lugar que serà sempre o seu lugar de proteção, acalento, conexão com sua essência. No Yemen a placenta è deixada sobre o telhado, para que os pássaros a comam, e assim fortalecer o amor entre os pais da criança.

´´Na América do Norte nos últimos anos surgiram grupos chamados “placentaeaters”, comedores de placenta, que se reúnem após o nascimento da criança para consumir uma refeição feita com a placenta`` ** retirada e armazenada após o parto. A comem em função de restabelecer o útero, ter leite saudável, e prevenir contra depressão pós-parto, e também para equilibrar os hormônios.

Muitos povos de culturas tradicionais não tem certeza do seu local de nascimento, mas sabem com muita consciência de onde esta enterrada sua placenta.

Na língua Gabbra a palavra placenta , “aku”, significa tambem, nesta realidade, parteira, pois as duas são quem permite a chegada do bebê ao plano terrestre.

Nas cerimônias religiosas, da tradição celta, inclui com freqüência o plantio de uma árvore, que pode ser fertilizada com a placenta ou com o cordão umbilical, num ritual de escolha de nome chamado “a benção da criança”, ou batismo.

 

Nas ritualísticas religiões afro descendentes, no dia de um nascimento, a placenta e o cordão umbilical são enterrados em um vaso especial chamado "isasum" (que foi previamente pintado por seu pai ou pelo homem mais velho da família nas cores branca, azul e vermelha, com símbolos de ancestralidade), em um ritual chamado "Iwo", que significa a devolução à mãe Terra da força vital que o criou, como a busca pela fonte de vida. E neste local, mais tarde, durante sua vida, sairá, daquela terra, um “amuleto” que o protegerá durante toda a sua existência.

 

Culturalmente, em nossa sociedade, não se dá valor a placenta, sendo que na maioria das vezes ela é descartada sem mesmo que a mãe a tenha visto. Apenas valorizada por algumas empresas de cosméticos que usa suas propriedades para produção de maquiagens e tratamentos estéticos.

Porém hoje, com o aumento do interesse em resgatar antigas tradições, de partos naturais e humanizados, muitas mulheres reconhecem e utilizam dos poderes da placenta.


A Placenta usada medicinalmente


A placenta possui muitíssimas virtudes terapêuticas, infelizmente pouco exploradas pela ciência. No uso empírico, não é somente considerados um forte reconstituinte, um anti-hemorrágico, antidepressivo e um excelente estimulador da produção de leite. Portanto ideal para os cuidados no puerpério, mas é também usada nas curas de diversas doenças das mulheres e das crianças, desde as ginecológicas até aquelas por esfriamento, alergias e etc.

Na Europa, de maneira mais sutil e elaborada, as puérperas recomeçaram a tomar doses mínimas de pó de placenta para a rápida recuperação após o parto.
As parteiras mexicanas tradicionais usam a tintura de placenta para sarar infecções vaginais do papiloma
vírus.

Desta forma ela permanece ainda um recurso precioso para a criança e para a mãe por longos anos a seguir. **

Hoje a placenta esta sendo usada como remédio por muitos homeopatas. Para tratar a imunidade e saúde em geral das crianças quando o remédio provem de sua própria placenta, sendo assim um poderoso remédio, pois trata individualmente e especificadamente de um organismo que esta em total ressonância com aquele a ser tratado, sendo um aliado por toda a vida. Mas também uma tintura específica pode tratar pessoas em geral, atuando em diversos níveis e queixas, ligadas a saúde física, emocional, espiritual, psicológica.

 

** Trecho extraído do capítulo: “Rituais, costumes e virtudes terapêuticas da placenta
do livro:  CVenire al mondo e dare alla luce. Percorsi di vita attraverso la nascita” de Verena Schmid, Milano, Ed. Urra, 2005, pp. 195-6.

** Este texto também pode ser encontrado no site:  www.amigasdoparto.org.br

 

Hipótese


Diante do histórico de uso da placenta, como dito anteriormente, este trabalho foca-se no uso da tintura da placenta como medicamento para uso vitalício. Desta forma, se bem exploradas as características desta técnica, enxergamos amplas possibilidades de melhoria e manutenção da saúde dos que a utilizam.


Este será um remédio constitucional para o bebê durante toda a sua vida. Reconhecendo o poder medicinal da placenta, ter uma tintura feita da própria placenta seria como ter uma poção mágica para o bebê. Para ser usado em momentos de enfermidades. Contém células histamínicas, sendo assim um ótimo remédio imune, deve ser usada durante traumas, choques, transições da idade, transições familiares, mudanças em geral, processos emocionais entre mãe-filho, processos espirituais e muitos outros. Sendo considerada a essência do indivíduo, contêm todas as suas forças e fraquezas, e assim ela irá sempre proporcionar o equilíbrio ideal para a pessoa.


Usado também pela mãe, para se restabelecer fisiologicamente, emocionalmente, mentalmente após o parto, e também durante toda vida, para harmonia interior e harmonia na relação mãe-filho. A tintura também pode ser usada por qualquer pessoa, pois as propriedade da placenta atua em todos os organismos, ótimo remédio para lidar com questões de abandono, fraquezas, falta de nutrição (física, emocional, maternal/familiar), depressão, problemas espirituais, psíquicos, medos, ansiedade, doenças variadas, entre muitas outras enfermidades).

Porém quando usada a sua própria placenta existe um potencial maior e mais profundo.

A receita

Como fazer uma tintura da placenta: Freezedry or pulp (blend) placenta

·Add 1 part placenta to 9 parts brandy,Adicione uma parte de placenta para nove partes de conhaque:
(say a piece of placenta the size of a walnut to 90 mls of Brandy.Ex: 1 colher de chá de placenta para 9 colheres de chá de conhaque)

·(You can use Brandy, whisky, vodka, ethanol etc) Sit for 3 days, or longer (in a brown glass bottle or a covered bottle/jar in a cool, dark place)Deixe Deixe curar por no mínimo três dias (num frasco de vidro escuro ou uma garrafa coberta em lugar frio e escuro.) Use 1 part of this mixture and add to 99 parts brandyPegueppPEPegue 1 parte desta mistura e adicione a 99 partes de conhaque (ex: 2 ml da mistura mais 198 ml de conhaque).

· Discard original mPode-se então descartar a mistura original (a primeira).

Succuss 100 timesPut mixture in a well sealed glass bottle and bash firmly against a phonebook (or the palm of your hand) 100 times, be focused on your task. Ponha a nova mistura em um frasco de vidro bem fechado e bate-o firmemente contra a palma da sua mão 100 vezes, se concentrando na tarefa.

This now creates the 1C MOTHER TINCTURE.Deste procedimento nasce a tintura mãe de200mls 200 ml.
Store this in a brown glass bottle in a cool dark place. Guardar em um frasco de vidro escuro, em um local fresco.

To prepare 5C, make 2C from 1C by:This will be a constitutional remedy for the baby throughout her/his life.

Ecologia Feminina

 

O corpo feminino com seus ciclos, cria a imagem da vida. É muito importante que as mulheres compreendam este poder.

Pensem a respeito da dinâmica envolvida na gestação de uma criança. A mulher mantém uma força vital que cria movimento e deseja nascer.

O sangue é um símbolo vivo, uma evidência da conexão humana com os ancestrais e com os códigos de consciência armazenados dentro de todos os seres constituindo uma biblioteca genética em sua essência espiritual, estão os arquivos de experiências pessoais, planetárias e celestiais.

O sangue é rico em padrões e desenhos da natureza geométrica que se reconhecem, de acordo com o estado de consciência e intenção de cada pessoa, os seus pensamentos são registrados pelo seu sangue, ele é rico ou pobre de acordo com o projeto de intenções do indivíduo e pode ser facilmente enriquecido ou reestruturado.

Freqüentemente as mulheres desdenham seu sangue menstrual ao invés de compreendê-lo como fonte de seu poder. O sangue menstrual pode ser empregado para nutrir a vida vegetal. Em geral as mulheres não sangram mais sobre a Terra, fazer isso constitui uma transferência direta de energia Divina Viva.

Quando as mulheres colocam seu sangue sobre a Terra, ela é alimentada. Conforme vão deixando de lado antigos tabus e trabalham com o sangue menstrual, verão que tem um efeito diferente sobre plantas e animais.

O sangue constitui uma das mais elevadas fontes de fertilização, ele pode ser diluído com água para aumentar sua quantidade e abençoado com cristais para manter a vibração, atrairá plantas e animais que tenham uma nova vitalidade.

Não há erro na menstruação, é uma das maiores dádivas, é o elixir dos deuses, se desejam ter uma horta fértil, usem o seu sangue diluído com água e esta horta florescerá e acelerará o crescimento dos alimentos. O sangue menstrual é altamente oxigenado. A Lua influência os ritmos terrestres, rege o fluxo de energia do corpo, do mesmo modo que governa as marés do planeta.

 

 

Fonte: Terra Ensinamentos das Plêiades - Barbara Marciniak